enquanto desenha, aqui na mesa da sala, ele acompanha pela enésima vez Rei Leão 3. eu, na cozinha, fazendo café:
-mãe, no começo o timão queria U-SAR o pumba, entende?
-sim...
-mas depois, eles se tornaram assim... “cara, como você é meu amigo de verdade”.
-(risos)
-se fossem um homem e uma mulher, seria assim: depois do conhecimento, a amizade; depois da amizade, o namoro/
-nem sempre.
-ah, tá, tá, (impaciente) deixa eu continuar: depois do namoro, o casamento; depois do casamento, a gravidade/
-como?
-a gravidade, ora! depois da gravidade, os filhos – no seu caso, o filho, que você só teve um, eu (com uma cara de desdém).
-é vero.
-depois dos filhos... bom...se não dá mais certo, o divórcio; depois do divórcio, a amizade outra vez – assim como você.
-é, tem razão.
-é... viu como tudo começa e termina na amizade?
kkk...
ResponderExcluirGravidade é bom demais, Gê. To rindo até agora... e olha que isso era a coisa mais improvável pro dia de hoje!
Beeeeijo.
E assim vão-se construindo os arquétipos. Eita menino de sorte!
ResponderExcluirGravidade é a palavra perfeita. Nunca que vi um signo ficar tão amigo de um significado!